Maria Poeirinha faleceu e deixou o seu corpo na Terra, mas a sua alma subiu uma rampa até ao Céu. Uma voz melodiosa disse-lhe:
- Tu viajarás até um planeta cheio de conchas, rochas, peixes e, o mais importante, um mar clarinho e suave, uma casinha com muitos brinquedos, colares e comida para te alimentares e brincares.
Para lá fora Maria Poeirinha, numa viagem até à sua nova morada.
No ano passado, o Natal foi incrível, finalmente os meus pais deixaram-me passar o Natal com os meus melhores amigos: o Gonçalo, a Mayara, a Érica e a Hana. Já agora eu sou o Martim.
O Natal é a minha época favorita do ano porque há os jantares em família, as prendas, o Pai Natal, a neve, o azevinho, o nascimento de Jesus, o pinheirinho de Natal, as decorações, os filmes… Mas ,no meio disso, há uma questão que já me ocorre há muito tempo : - E se o Natal acabasse?
Eis um poema escrito por uma aluna que nos obriga a refletir sobre os relacionamentos sustentados pela posse e pelo controle sobre o outro. Relembro que tudo o que não está ao serviço do Bem e da Vida não é Amor.O que não nos faz crescer, enfraquece e subjuga é pena e tormento. Nascemos para ser felizes. Afastemo-nos de quem nos faz mais mal do que bem. Somos criadores e responsáveis pelo nosso destino. Temos o dever de nos amarmos a nós próprias, abraçando cada fragilidade e cuidando-nos com carinho, para sermos livres.